segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Mar de Morros relembra Tempos Radiante ....

 Uma das propostas da revistinha Mar de Morros, agora editada pela Radiante (criada pelo Anibal Werneck) é ser veículo de tudo aquilo que fala da gente que mora entre os morros, e  que ainda têm referências de tempos saudosistas. 


Sendo assim, já no seu 16º aniversário de existência, Mar de Morros, reune informações e emoções vividas ou imaginadas pelos seus colaboradores. 


No nº 137, Mar de Morros continua contando a história de Recreio,Minas ( vivência de infância do Pedro Wilson Carrano ) e traz a segunda parte da ENTREVISTA com o popularíssimo Bené. Um samba do Lino Lélis viaja pela história e geografia da cidade, relembrando de gente do nosso glorioso futebol e de outros tempos áureos . 



Ainda com foco no  passado, homenagens a Ronaldinho Ferraz (por Anibal W. Freitas ) , a Zé Cândido (por Jairo F. Machado) e a David Germello (por Elson Meira) vão beneficiar o leitor com uma boa recordação e, pra quem não foi contemporâneo,  um bom momento de sentir a simplicidade e de dar chance a uma emoção totalmente descomprometida com mídia encomendada . 







A MM 137 oferece ainda crônica de Ary Guilherme, o aniversário de Adiléa Brito Lima e mais um poema de  Joias da Alma( jornal O VERBO). 







A revistinha é vendida ao preço de R$ 3,00 o exemplar, mas atende também a assinatura com entrega em sua casa. Uma boa leitura. (a de Antônio)




Comprar em LOJA ANO RADIANTE
exemplar avulso ou assinatura-colaboração



quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Escola Olavo Bilac promove Reciclagem de Lixo Eletrônico

A Escola Estadual Olavo Bilac (Recreio,MG) promove campanha de Reciclagem de Lixo Eletrônico instalando caixa coletora para computadores e outros aparelhos eletrônicos que não estejam funcionando ou que não são mais utilizados, e também para peças e outros acessórios tecnológicos. O lixo eletrônico contém substâncias prejudiciais ao meio ambiente e também à saúde tanto do homem como de animais e muitos deles podem ser aproveitados através da reciclagem e quando não para serem descartados corretamente. O lixo recolhido está sendo encaminhado para o CEFET-MG de Leopoldina. A coordenação, no Olavo Bilac é da professora de Sociologia Marlene Luiz da Silva . A campanha está integrada a uma iniciativa do CEFET-MG, Escolas Estaduais e Superintendência Regional de Ensino de Leopoldina, que são os locais de recolhimento dos materiais eletrônicos para a destinação final adequada ou revitalização, visando a criação de um laboratório de informática comunitário. 

domingo, 14 de junho de 2015

Edi Prado tem uma receita pra não perdermos as esperanças...nesses tempos de hoje ....

Pra gente sentir daqueles tempos que eram radiantes ou na tentativa de fazer do agora temposRadiante pois apesar de tudo, estamos sorrindo ...kkkkkkk

Édi torial

A esperança é a única que não morre

Édi Prado

Não podemos perder as esperanças. Mesmo com todas as vidências apontando o caos, ainda assim descortinamos a teia sombria e vislumbramos o sol. No interior, os caçadores costumam dizer que de onde não se espera é de lá que a paca vem.  Na cidade dizem, de tão desesperançados de paca, que de onde não se espera é de lá que não vem coisa nenhuma.  Em meio a tanto fervor e ceticismo, nos resta dizer com convicção, que depois da tempestade vem o mutirão de limpeza.

O sudeste maravilha experimenta os extremos: seca e enchentes. O mar virou sertão e o sertão virando mar. É o avesso do avesso do avesso. Não somos os cavalheiros do apocalipse. Queremos ser o clarim, as cornetas que anuncia a hora de sair da zona de conforto e buscar alternativas, baseadas nas experiências dos erros.

Estamos no ano da cabra no horóscopo chinês. Cabra é habilidosa em equilibrar-se nas montanhas, zombar dos precipícios e dar saltos sem visão e cair em pé. O Brasil vive a maior crise hídrica e energética da história. Temos racionamento à vista.

Não faz tempo que um desses cabritos políticos anunciava que o Amapá iria exportar energia e falava como se fosse um grande salto de qualidade de vida. É o mesmo que plantar frutos e não poder desfrutar de um só produto por já está comprometido com o comprador de outro lugar.

Vamos produzir e vender energia para desenvolver outros estados e nós ficamos com a lamparina na mão à espera do mascate trazer querosene para nos abastecer. Que soluções fantásticas.

Somos a única capital do mundo banhada pelo maior Rio do mundo e falta água para abastecer quem mora em frente ao majestoso Rio e ainda somos destaque nacional como a cidade que mais desperdiça água no País. Temos problemas de falta de energia e grande parte das praças esportivas permanecem com os refletores ligados 24 horas. E no interior e na capital do estado, não ensinaram a apagar as lâmpadas que não estão em uso.

Existe um aparelho chamado de fotocélula (relé fotoelétrico). Quando a luz solar chega, desliga automaticamente as luzes. Com certeza é bem mais econômico do que desperdiçar energia elétrica.

Só não podemos apagar a esperança que ainda é possível vivermos bem melhor no Brasil.  O Amapá é apenas um exemplo de como os brasis são tão iguais e tão diferentes ao mesmo tempo. Escassez de um lado e excesso em outro. O voto é o segredo.

terça-feira, 26 de maio de 2015

LIVROS RAROS DA RADIANTE

Mais uma pessoa feliz com sua compra na LOJA ANO RADIANTE. Ela é de Goiânia (Goiás) e adquiriu um exemplar de um livro raro, encontrado em nossa lista de RARIDADES. O livro

 MENINICE ,de Luís Gonzaga Fleury, primeira série primária, Companhia Editora Nacional, 109ª edição.(Sem a capa) foi vendido por R$ 60,00 . O livro anterior também vendido por LOJA ANO RADIANTE, cuja lista de livros raros ( todos com carimbos da antiga LIVRARIA JOÃO WENDLING) está no blog MELHOR DA IDADE  foi
 Meu Tesouro,de H. L. Abranches e Esther P. Salgado,4ª série primária, 23ª edição, Editora C. Brasileira de Artes Gráfica,exemplar nº 7936 para um comprador do Rio de Janeiro pelo valor de R$ 120,00.
Alguns títulos de livros raros que você encontra em nossa LISTA




ALVORADA, de Antonio D'ávila, ano 1963, 19ª edição, exemplar nº 7509, (3ª Série) Companhia Editora Nacional. (162 páginas).
AS MAIS BELAS HISTÓRIAS, de Lúcia Casasanta, primeiro livro, Editora do Brasil, edição nº 36, exemplar nº 1585. (1968) – 110 páginas. (18 cm x 13 cm).*
DE MARÇO A DEZEMBRO, Rita Amil de Rialva, 4ª série primária,  Livraria Francisco Alves, 9ª edição, 1952, exemplar 7217, exemplar 7365, exemplar 561, exemplar 779*
O TESOURO DA CRIANÇA, de Antônio D'ávila, Companhia Editora Nacional (1954) 14ª edição, 2º Grau, exemplar nº 17163 )
TERRA QUERIDA, de Lúcia Alvarenga, primeiro grau, Companhia Editora Nacional. (1955), 27ª edição, exemplar nº 22.645. 

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Bené, um grande anão ... de Recreio,Minas

Recreio de Boa Memória
                   Bené conta histórias          de seu tempo de sala de aula e de                 seu trabalho como vereador      
                                                                              por A de Antônio



Mar de Morros em seu número 136, continua falando dos tempos de bandas musicais de nosso Recreio, focando dessa vez a época das últimas tentativas do recreiense em tentar voltar com as  Bandas Musicais, sob o título E A BANDA PASSOU. E continua falando sobre o poeta Noel Veiros, revelando dessa vez quem foi esse contador de histórias românticas da época do semanário O VERBO e ainda publica um poema para ilustrar como era uma das seções do jornal que publicava as poesias, contos e crônicas de Noel. A seção tinha o título " JÓIAS DA ALMA - repositório das cousas do coração", e era um dos xodós da imprensa então representada pelo extinto jornal O VERBO. No que diz respeito a memória recreiense, o fanzine criado pelo Anibal Werneck, nesse presente número traz ainda o início de uma série de relatos contados pelo Pedro Wilson Carrano Albuquerque, relembrando fatos e gentes do Recreio,de Minas das décadas de 40 e 50, época em que o autor passou sua infância, seu tempo da então escola primária, primeira comunhão e revive todo o glamour e também as dificuldades dessa época. RECREIO, este é o título, será publicado em capítulos e foi extraído do livro Encontro com os Ancestrais ( livro da árvore genealógica das famílias Carrano Albuquerque ) do Pedro Wilson.Esta história já foi publicada pelo Mar de Morros, em sua primeira fase e tambem em OJR,M , na época do mimeógrafo ,quando OJR era publicado em Duplicador Rex-Rotary.
E pra "bagunçar o coreto" como se dizia naquela época ( essa expressão durou até alguns anos depois que as bandas "morreram") temos a entrevista com o BENÉ, o popular anão querido de todos os recreienses e de todas as pessoas que têm o prazer de conhecer essa figura espetacular de cidadão recreiense. Ele fala sobre o seu tempo de aula, relembrando as "bagunças" da sua época de banco de escola, dos intermináveis "puns" , mas também fala de seu trabalho de quando foi vereador. A entrevista será publicada em capítulos,e a primeira parte sai em Mar de Morros, edição 136.
Enfim, Mar de Morros, continua com o seu propósito de resgatar esse Recreio dessa época que passou, mostrando que tem tudo a ver com um Recreio de Boa Memória .
Mar de Morros traz ainda textos literários de seus colaboradores.
Você encontra Mar de Morros, na Radiante; na Stylu's Video, em Recreio e Leopoldina; na Banca da Magali,; na Studi G Bytes.  Ou peça por email anoradiante@gmail.com ou por telefone 32-3444-1639.

domingo, 14 de setembro de 2014

Os bons tempos de Recreio,Minas das Bandas de Música

A MÚSICA EM RECREIO,Minas
      ONTEM              e          HOJE
( o sucesso )                         ( como estamos?)

Quando Recreio era apenas a estação da estrada de Ferro Leopoldina, duas igrejas, alguns correios de casas no centro e outras residências espassas e poucas casas comerciais, o povo conhecia a sua música. Antes de exisitir a famosa Lyra Operária 1º de Maio, Recreio conheceu outras corporações musicais. Isto em fins do século XIX . Em princípios deste século¹, havia a Banda dos Sem Ciroulas composto de garotos, e uma outra composta de adultos. Neste período tinha início a Sociedade Musical Lyra Operária 1º de Maio, sob a regência de Joaquim Lucas Martins; Joaquim Lucas ia lecionando música. preparando assim os componentes para a agremiação. Com a morte do Joaquim, passa a reger esta banda José Lucas, seu filho.
Como o pai, José Lucas lecionava música e formava seus músicos.
Para retratar o valor e o trabalho desses dois grandes professores, basta citar que o número de instrumentos disponíveios era inferior ao número dos componentes da banda, ficando um instrumento apenas para dois e até três músicos.
Em 4 de abril de 1927 esta agremiação musical se transforma em sociedade com estatuto próprio. Recreio chegava ao auge em matéria de música. A Lyra Operária figurava entre as melhores da Zona da Mata Mineira. Muitos ainda recordam das festas de 1º de Maio. Porém em 1947, com mais de 40 anos de existência chegava ao fim esta entidade. Na década de 40, sob a direção de Arcelino de Oliveira Simão existiu o conjunto Recreio Jazz, composto de elementos da Lyra 1º de Maio.
Tempo houve em que havia uma corporação musical de violonistas de ambros os sexos².
Após este tempo áureo de nossa música apareceram vários conjuntos, de duração limitada, que surgiam de apresentações de carnaval. Deste tempo: Élcio e seu Conjunto, sob a direção de Pedro Élcio, que se extinguiu em 1967. Tivemos ainda Jair e sua Orquestra, sob a direção de Jair Lobo, de 1958 a 1963 e que fez grande sucesso em Petrópolis, chegando a ser notícia na imprensa fluminense
A Sociedade Musical Operária Flor da Mocidade³, a mais recente que se apresentou pela última vez em 1967 veio preencher a lacuna deixada pela Lyra Operária 1º de Maio.
Está ligado ainda à nossa história, a participação do músico Juracy Martins, natural de Providência, que dirigiu na década de 30, em Recreio, Jura e sua Orquestra.
Temos assim em poucas palavas o que podemos chamar de primeira fase da história da música em Recreio. A segunda fase seria o movimento iniciado em 1967 com os conjuntos musicais Ember-Boys, Os Selenitas e Recreyans Boys. Esta segunda fase estaria ligada aos movimentos da então "jovem-guarda". ( Extraído de COMPLEMENTO p 3 e p 4, agosto, 1978, suplemento de O JORNAL DE RECREIO,Minas )____________________________________________________________________                                                                                                                                                   
1- Este artigo foi escrito em 1978, portanto "este século" refere-se ao Século XX.
2- Veja nesta edição de MAR DE MORROS, na página 14, ORQUESTRA DE VIOLINOS DE RECREIO,MG composta apenas de mulheres, de 1942.
3-  Tinha como presidente e maestro, o ferroviário Sebastião Rodrigues Milagres.


Pintura de Ruy Germello, cópia de uma foto da Sociedade Musical Lyra 1º de Maio de Recreio. De 10 de maio a 10 de junho/2013, o artista plástico Ruy Germello fez uma Exposição em Homenagem aos 120 anos de fundação da Sociedade Musical Lyra 1º de Maio, no Centro Cultural Aristides Dorigo, apresentando suas pinturas de fotos da época da banda e ainda reportagens, e outros documentos selecionados. Apresentação ainda de filmes  do Recreio antigo e Clip do Mineiro Pau onde aparecem ainda os Bonecos Gigantes confeccionados pelo Ruy e seu amigo Amerquinho Simão. Em um dos clips, música O MINEIRO PAU, de Anibal Werneck de Freitas. (http://exartec.blogpot.com )




Capa da revistinha Complemento, agosto de 1978 (suplemento de O JORNAL DE RECREIO,Minas) de onde transcrevemos este artigo: A MÚSICA EM RECREIO-ONTEM (o sucesso) e HOJE ( como estamos? )


sábado, 23 de agosto de 2014

Mar de Morros relembrando momentos Radiantes de fatos e gente de Recreio,Minas

Apresentando
...e continuando na estrada, mais um Mar de Morros chega até você. Enquanto alguns de nossos colaboradores estão "descansando", os de plantão vão aparecendo e enriquecendo com seus escritos as nossa páginas. Mas aqui fica mais uma vez os apelos pra que você que parou de escrever, volte a enviar suas colaborações. Continuamos a falar da história de nossa música, fazendo uma retrospectiva dos tempos das bandas e outras expressões musicais, indo até a época da "jovem guarda", quando Recreio também seguiu a "onda do yê yê yê e também revivemos o tempo do semanário O VERBO, jornal que circulou mais de um século em Recreio, focalizando um de seus grandes colaboradores que assinava como Noel Veiros suas crônicas sentimentais e seus poemas românticos. Na próxima edição de Mar de Morros continuaremos com esse assunto e assim será revelado o nome desse "desconhecido", pra quem não sabe, é claro. E sem mais delongas, fique com mais essa edição de seu fanzine que apresenta o seguinte:
A Música em Recreio, ONTEM(o sucesso) e HOJE (como estamos?)........p 3
Estação Recreio 3 ( do Jorge Miranda); Pindorama, o paraíso perdido; e A escravidão ainda continua em Pindorama (Aníbal Werneck de  Freitas ).....p 5 
Loja Ano Radiante ...................................................................................................p 6
Não é Ficção ( Luiz Fernando Mello) .....................................................................p 7
Noel Veiros, esse desconhecido ... ( Elson S. Meira ).......................................p 8
O insight ( Ary Guilherme Ferreira ) .......................................................................p 10
A noiva ( Jairo Ferreira Machado ) ........................................................................p 11
Caso de honra (Armindo Torres ) ...........................................................................p 12

Orquestra de Violinos de Recreio,Minas ( Celso Lourenço ) ..........................p 14 (foto)
Anoitecendo (a de Antônio) ; A leveza do ser (Anibal Werneck de Freitas)...p 15
Os maiores jogadores do Ideal e do Recreio...juntos ( Helso Teia ) ............p 16
Marco A. w. Freitas


Mar de Morros  - edição anterior
Edição 134 . Ano XV . Nº 6/2013
Colaboradores:
Anibal Werneck de Freitas ( Humberto Mauro, um dos pioneiros do cinema brasileiro),
Armando Sérgio Mercadante ( Primeira turma do ginásio John Kennedy ),
Zé Guimarães ( Rolezinho, com Rubico Tantã ),
a de Antônio ( O jardim dos sonhos do recreiense ),
Nilton André e Marco Antônio Werneck de Freitas ( No tempo das Bandas musicais em Recreio,Minas ),
Clóvia Cunha ( Amigo de fato ) ,
Ary Guilherme Ferreira ( Os idiotas ),
David Germello ( O golpe do retrato ),
Armindo Torres ( O professor ),
Jairo Ferreira Machado ( Sonhadora ),
Gil Fioreza ( desenho )
Jorge Miranda e Gildo ( Com a palavra, os colaboradores )